2005/11/14
Cavaco Silva iniciou a campanha eleitoral no terreno, começando justamente
num dos lugares mais esquecidos do país, a região beirã do Côa, na histórica vila da
Mêda e na aldeia de Marialva, abrangida pelo Programa de Recuperação criado por
Cavaco Silva em 1994. Justamente na vizinhança de Vila Nova de Fozcôa, onde no
início da década de 1990 se havia iniciado a construção da Barragem do Côa, que
os ambientalistas inviabilizaram e contra a qual Mário Soares andou a protestar,
imitando a toada rap "as gravuras não sabem nadar". A barragem podia ter sido
construida, em benefício da região e do país, sem que as gravuras (os "riscos", como
alguns lhe chamaram) tivessem sido danificados, mas o populismo demagógico, que
lutava contra Cavaco Silva, deu origem a promessas ciclópicas de construção de um
Parque de Arqueologia Paleolítica, e o sonho de empregos e progresso económico
da região, foi por água abaixo, obrigando o Estado a pagar indemnizações à EDP e
construtoras da obra, mais os gastos do prometido parque, de que já ninguem fala.

Super-Mário, colecção da Galeria de Arte do amigo Jumento, que
agora se dedica a divulgar a poesia de Bernardo Quintela, companheiro
de tertúlias do David, do Manuel Gomes e do Abrangente.
Este pequeno facto, excitou Mário Soares, que não compreendeu o simbolismo.
"Desejo saudar hoje Cavaco Silva, por vir para o terreno. Não foi para uma grande
cidade, não se expôs ainda a banhos de multidão, nada disso, foi para duas pequenas
aldeias... mas enfim foi para o terreno" -- confessou Super-Mário, que faz lembrar
um lutador de wrestling à espera do adversário.Mas adiantou que é preciso discutir
os problemas, mas "não só económicos nem financeiros", adianta Super-Mário.
Ele que já disse haver vida "para além do défice".... ele que já lutou contra a OMC
e a globalização, não quererá falar das soluções económicas... É mais fácil falar de
tertúlias, literatura, distribuição de riqueza (que não temos). Esperemos que as
ideias não faltem, e o apoio ao Governo não seja esquecido... para não baralhar.
Mário Soares é o que é, mistura-se com o povo, come sarrabulho, bebe um copo, e
depois vai a um magusto, bebe mais uns copos e fica alegre... Coisas que já temos
visto noutros políticos populistas, demagogos e que perdem o tino com ponchas e
vinhos da Madeira... Para uma campanha alegre, é bom que não abusem do álcool.

O Airbus A380, mastodonte da aviação civil, continua em rodagem. Desta
vez visitou Sidney e Brisbane, na Austrália e deixou a assistêntia de queixo caído.
A companhia local Qantas, encomendou 12 Airbus A380. Esta "rodagem" serve
para testar o avião no máximo da sua carga e operando em condições diversas de
clima e latitude. Nem todos os aeroportos estão preparados para receber o A380.
Tres dias após a comemoração dos "30 Anos da Independência de Angola", o
Público ofereceu hoje duas páginas àquele país da CPLP. Uma entrevista a um
embaixador, e uma outra a Pepetela... Enfim, são critérios do Público. Mas achei
útil o conteúdo dos "destaques", através dos quais percebemos a importância que
Angola tem na nossa balança comercial: Portugal importa uns 2 milhões de euros
e exporta mais de 672 milhões... O desenvolvimento da economia angolana nos
próximos anos é fulgurante. O PIB deve crescer 13,8 por cento este ano, 24,5 em
2006, 20,5 em 2007, 7,1 em 2008; o crescimento das exportações, para aqueles
anos é de 18,7 - 38,4 - 28,7 - e 4,3. Os chineses recuperam estradas e caminhos-
-de-ferro, constroiem escolas e postos médicos, e um novo aeroporto. Tudo isto
a coberto de 6.000 milhões de dolares, avalizados pelo petróleo angolano. E as
empresas portuguesas, onde estão? O Estado português tem uma linha de crédito
de 100 milhões de euros para cobrir as exportações. Ficamos pelo vinho e azeite?

"A Fábrica do Mundo", a China, continua na Europa a fazer negócios.
Depois de Inglaterra e da Alemanha, é agora a vez de Espanha. Vamos ver
quanto factura Espanha à China, nestes dois dias de visita de Hu Jintau.
E nós a vê-los passar. Não temos "escala" para competir naquele mercado.
num dos lugares mais esquecidos do país, a região beirã do Côa, na histórica vila da
Mêda e na aldeia de Marialva, abrangida pelo Programa de Recuperação criado por
Cavaco Silva em 1994. Justamente na vizinhança de Vila Nova de Fozcôa, onde no
início da década de 1990 se havia iniciado a construção da Barragem do Côa, que
os ambientalistas inviabilizaram e contra a qual Mário Soares andou a protestar,
imitando a toada rap "as gravuras não sabem nadar". A barragem podia ter sido
construida, em benefício da região e do país, sem que as gravuras (os "riscos", como
alguns lhe chamaram) tivessem sido danificados, mas o populismo demagógico, que
lutava contra Cavaco Silva, deu origem a promessas ciclópicas de construção de um
Parque de Arqueologia Paleolítica, e o sonho de empregos e progresso económico
da região, foi por água abaixo, obrigando o Estado a pagar indemnizações à EDP e
construtoras da obra, mais os gastos do prometido parque, de que já ninguem fala.

Super-Mário, colecção da Galeria de Arte do amigo Jumento, que
agora se dedica a divulgar a poesia de Bernardo Quintela, companheiro
de tertúlias do David, do Manuel Gomes e do Abrangente.
Este pequeno facto, excitou Mário Soares, que não compreendeu o simbolismo.
"Desejo saudar hoje Cavaco Silva, por vir para o terreno. Não foi para uma grande
cidade, não se expôs ainda a banhos de multidão, nada disso, foi para duas pequenas
aldeias... mas enfim foi para o terreno" -- confessou Super-Mário, que faz lembrar
um lutador de wrestling à espera do adversário.Mas adiantou que é preciso discutir
os problemas, mas "não só económicos nem financeiros", adianta Super-Mário.
Ele que já disse haver vida "para além do défice".... ele que já lutou contra a OMC
e a globalização, não quererá falar das soluções económicas... É mais fácil falar de
tertúlias, literatura, distribuição de riqueza (que não temos). Esperemos que as
ideias não faltem, e o apoio ao Governo não seja esquecido... para não baralhar.
Mário Soares é o que é, mistura-se com o povo, come sarrabulho, bebe um copo, e
depois vai a um magusto, bebe mais uns copos e fica alegre... Coisas que já temos
visto noutros políticos populistas, demagogos e que perdem o tino com ponchas e
vinhos da Madeira... Para uma campanha alegre, é bom que não abusem do álcool.

O Airbus A380, mastodonte da aviação civil, continua em rodagem. Desta
vez visitou Sidney e Brisbane, na Austrália e deixou a assistêntia de queixo caído.
A companhia local Qantas, encomendou 12 Airbus A380. Esta "rodagem" serve
para testar o avião no máximo da sua carga e operando em condições diversas de
clima e latitude. Nem todos os aeroportos estão preparados para receber o A380.
Tres dias após a comemoração dos "30 Anos da Independência de Angola", o
Público ofereceu hoje duas páginas àquele país da CPLP. Uma entrevista a um
embaixador, e uma outra a Pepetela... Enfim, são critérios do Público. Mas achei
útil o conteúdo dos "destaques", através dos quais percebemos a importância que
Angola tem na nossa balança comercial: Portugal importa uns 2 milhões de euros
e exporta mais de 672 milhões... O desenvolvimento da economia angolana nos
próximos anos é fulgurante. O PIB deve crescer 13,8 por cento este ano, 24,5 em
2006, 20,5 em 2007, 7,1 em 2008; o crescimento das exportações, para aqueles
anos é de 18,7 - 38,4 - 28,7 - e 4,3. Os chineses recuperam estradas e caminhos-
-de-ferro, constroiem escolas e postos médicos, e um novo aeroporto. Tudo isto
a coberto de 6.000 milhões de dolares, avalizados pelo petróleo angolano. E as
empresas portuguesas, onde estão? O Estado português tem uma linha de crédito
de 100 milhões de euros para cobrir as exportações. Ficamos pelo vinho e azeite?

"A Fábrica do Mundo", a China, continua na Europa a fazer negócios.
Depois de Inglaterra e da Alemanha, é agora a vez de Espanha. Vamos ver
quanto factura Espanha à China, nestes dois dias de visita de Hu Jintau.
E nós a vê-los passar. Não temos "escala" para competir naquele mercado.
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