2004/02/01
Numa ronda efectuada hoje, pelos blogues aos quais tenho link directo,
verifiquei um certo movimento separatista em relação ao Abrupto de JPP.
O Nuno, da Janela para o Rio, eliminou o link para o Abrupto, como eu já
tinha feito, referindo que "há um movimento silencioso que, de há uns dias
para cá, faz com que vários bloggers, deixassem de linkar ao Abrupto... E
porque será?... Porque José Pacheco Pereira tem uma sensibilidade de um
calhau no deserto" -- remata o Nuno.
Já o Paulo Pereira, do Blogo Social Português, escreve o seguinte registo:
"Marcos Portugal afirma que Pacheco Pereira [Abrupto] tem tres estilos de
debate: a prédica, o enfado enervado e o 'mas eu não sou jurista' sempre
que o assunto é concreto". Mas Paulo Pereira acaba por verificar que, Luis
Delgado, do DN [e não só] afirma exactamente o mesmo 'mas eu não sou
jurista' a propósito do artigo 109 sobre a inimputabilidade de Celeste
Cardona". -- Pois, é a forma destes "comentadores", quando se encontram
encurralados na sua argumentação, fugirem para os curros... Inteligentes!
Já referi aqui que, a Blogosfera não deve nada a estes senhores , e que
devemos acabar com a reverência com que são tratados, porque eles não
são dignos de tanto. Na Blogosfera há melhores comentadores, analistas
mais eficazes e melhor informados que alguns destes "opinion makers".
São sempre os mesmos, recebem por avença, monopolizam os locais de
opinião quer seja na rádio, na televisão, na imprensa... e ainda querem ter
blogues, ocupar espaço na Blogosfera -- onde, até aqui, foram recebidos e
tratados com especial deferência, mas eles não ligam a ninguém, não têm
links para nenhum outro blogue... Então, que fiquem sózinhos, no deserto.
No "Público" de hoje, o académico e pensador António Barreto, vem dissertar
sobre as Universidades. Diz uma enormidade de coisas, para dizer tão pouco.
No final, quando se esperava uma orientação, Barreto deixa tudo em branco,
para que sejam os outros a apresentar novas ideias, propostas inovadoras...
O discurso de António Barreto, é um discurso de pessoa comprometida, que
não quer desagradar nem a gregos nem a troianos. Pela melhor, diz que na
universidade é possivel "estudar e investigar", mas pela pior na universidade
"despreza-se a cultura e a ciência". Pela melhor, "pode-se trabalhar em
excepcionais condições, sem dependências políticas e económicas", mas diz
ser pior, porque a universidade "aceita pagar as facturas das políticas sociais
dos governos". Pelo pior, Barreto fala ainda em "regras absurdas", endogamia
académica", "incesto científico", "nepotismo profissional e mandarinato político".
Palavreado, chavões, discurso surrealista do Maio-68. É de dinossauro, Doutor.
Já no final da sua crónica, António Barreto, para se referir às reformas que
estarão em curso, utiliza os lugares comuns "parece que, "é o que consta",
"dizem os jornais", "consta igualmente" -- nunca conseguindo afirmar nada,
mostrando assim que, como comentador, não está documentado, fala por
falar, esconde-se atrás do "parece-me" -- argumentação tantas vezes rejeitada
por questões deontológicas e de responsabilidade editorial. Se um dos blogues
apontar qualquer facto, nos termos em que o faz Barreto, será logo acusado
de fazer apenas boatos, não merecendo, por isso, nemhuma credibilidade.
No entanto os nossos comentadores de "cinco estrelas", fazem-no amiudadas
vezes. Iludem os seus leitores, e o patrão que lhes paga a respectiva avença.
Grande Mesquita da cidade santa de Meca, onde compareceram
cerca de 2 milhões de muçulmanos idos de todo o mundo. Na região
de Mina, onde atiram pedras numa coluna que simboliza o Demónio,
morreram perto de 250 peregrinos, após ter-se gerado pânico
e tentarem fugir, esmagando com os pés diversas vítimas.
verifiquei um certo movimento separatista em relação ao Abrupto de JPP.
O Nuno, da Janela para o Rio, eliminou o link para o Abrupto, como eu já
tinha feito, referindo que "há um movimento silencioso que, de há uns dias
para cá, faz com que vários bloggers, deixassem de linkar ao Abrupto... E
porque será?... Porque José Pacheco Pereira tem uma sensibilidade de um
calhau no deserto" -- remata o Nuno.
Já o Paulo Pereira, do Blogo Social Português, escreve o seguinte registo:
"Marcos Portugal afirma que Pacheco Pereira [Abrupto] tem tres estilos de
debate: a prédica, o enfado enervado e o 'mas eu não sou jurista' sempre
que o assunto é concreto". Mas Paulo Pereira acaba por verificar que, Luis
Delgado, do DN [e não só] afirma exactamente o mesmo 'mas eu não sou
jurista' a propósito do artigo 109 sobre a inimputabilidade de Celeste
Cardona". -- Pois, é a forma destes "comentadores", quando se encontram
encurralados na sua argumentação, fugirem para os curros... Inteligentes!
Já referi aqui que, a Blogosfera não deve nada a estes senhores , e que
devemos acabar com a reverência com que são tratados, porque eles não
são dignos de tanto. Na Blogosfera há melhores comentadores, analistas
mais eficazes e melhor informados que alguns destes "opinion makers".
São sempre os mesmos, recebem por avença, monopolizam os locais de
opinião quer seja na rádio, na televisão, na imprensa... e ainda querem ter
blogues, ocupar espaço na Blogosfera -- onde, até aqui, foram recebidos e
tratados com especial deferência, mas eles não ligam a ninguém, não têm
links para nenhum outro blogue... Então, que fiquem sózinhos, no deserto.
No "Público" de hoje, o académico e pensador António Barreto, vem dissertar
sobre as Universidades. Diz uma enormidade de coisas, para dizer tão pouco.
No final, quando se esperava uma orientação, Barreto deixa tudo em branco,
para que sejam os outros a apresentar novas ideias, propostas inovadoras...
O discurso de António Barreto, é um discurso de pessoa comprometida, que
não quer desagradar nem a gregos nem a troianos. Pela melhor, diz que na
universidade é possivel "estudar e investigar", mas pela pior na universidade
"despreza-se a cultura e a ciência". Pela melhor, "pode-se trabalhar em
excepcionais condições, sem dependências políticas e económicas", mas diz
ser pior, porque a universidade "aceita pagar as facturas das políticas sociais
dos governos". Pelo pior, Barreto fala ainda em "regras absurdas", endogamia
académica", "incesto científico", "nepotismo profissional e mandarinato político".
Palavreado, chavões, discurso surrealista do Maio-68. É de dinossauro, Doutor.
Já no final da sua crónica, António Barreto, para se referir às reformas que
estarão em curso, utiliza os lugares comuns "parece que, "é o que consta",
"dizem os jornais", "consta igualmente" -- nunca conseguindo afirmar nada,
mostrando assim que, como comentador, não está documentado, fala por
falar, esconde-se atrás do "parece-me" -- argumentação tantas vezes rejeitada
por questões deontológicas e de responsabilidade editorial. Se um dos blogues
apontar qualquer facto, nos termos em que o faz Barreto, será logo acusado
de fazer apenas boatos, não merecendo, por isso, nemhuma credibilidade.
No entanto os nossos comentadores de "cinco estrelas", fazem-no amiudadas
vezes. Iludem os seus leitores, e o patrão que lhes paga a respectiva avença.
Grande Mesquita da cidade santa de Meca, onde compareceram
cerca de 2 milhões de muçulmanos idos de todo o mundo. Na região
de Mina, onde atiram pedras numa coluna que simboliza o Demónio,
morreram perto de 250 peregrinos, após ter-se gerado pânico
e tentarem fugir, esmagando com os pés diversas vítimas.
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