2003/12/16
A poucos dias das férias de Natal, os estudantes do "cadeado" têm
feito pouco ruido, pelo que, o Governo de Durão Barroso, vai passar
a governar com menos contestação. Neste caso, os estudantes não
aceitavam o aumento das propinas. Mas a verdade é que, até Tony
Blair, em Inglaterra, acabou por obrigar os estudantes a pagarem as
propinas, preferindo aumentar as despesas com o ensino primário.
No ensino superior, trata-se de um investimento, que beneficia o país
mas tambem o futuro do estudante; se este nada pagar, pode levar
a que ocupe o lugar na Academia, sem obter bons resultados anuais.
Pura verdade... Na Universidade de Berlim, uma estudante faz uma
declaração da sua nudez, antes de seguir para uma manifestação
intitulada:"Vendemos as Roupas para [pagar] a Educação". Depois,
cerca de 30 estudantes manifestaram-se nus pelas ruas de Berlim,
em protesto contra o anunciado plano de Schroeder de cortar ainda
mais no orçamento da Educação. A ordem, agora, é para poupar.
Meu Deus! Como aguenta esta menina o frio de Berlim? 4 graus!....
Nesta altura do ano, as famílias gastam mais porque, com o subsídio
de Natal e os apelos ao consumo, são levadas a gastar o que têm,
fazendo compras para as prendas dos familiares e amigos, acabando
por recorrer aos cartões de crédito nalguns casos. Nesta quadra de
festejos natalícios, as pessoas são motivadas a gastar mais, pois é
quando se faz apelo à generosidade, à gratidão e aos laços afectivos
entre as pessoas. Com isso, beneficiam todos: os que dão e recebem,
os comerciantes que vendem mais e o Estado, que cobra mais impostos.
Natal na China... Se Mao Tse Tong viesse à terra, ficava indignado
com a evolução do seu país. A China cada vez mais segue a moda
e os costumes ocidentais. Um enorme insuflável Pai Natal, colocado
no topo de um moderno centro comercial em Shangai, parece olhar
para as pessoas, convidando-as a fazerem compras no "shopping".
A captura de Saddam Hussein, constituiu um "jack-pot" para os meios
de comunicação social em todo o mundo. As televisões tiveram picos
de "share" que há muito não registavam; os jornais, subiram as vendas
e aumentaram as edições; as rádios, pareciam relatar um jogo de bola.
A surpresa, o entusiasmo e a curiosidade depressa se evaporaram na
na memória das pessoas. Mas os políticos -- os das armas de destruição
maciça e os anti-guerra -- continuam a conjecturar sobre o futuro de
Saddam. É natural, ele teve tantos amigos, tantos admiradores, que é
muito possivel que, durante o processo de acusação, alguns deles sejam
apontados como coniventes nas guerras e massacres levados a cabo
por Saddam. Poderemos assistir a troca de acusações entre os que
ajudaram a armar Saddam e aqueles que agora querem julgá-lo na sua
terra, mas que sempre estiveram ausentes na hora de lhe fazer frente.
Saddam Hussein está preso, mas a instabilidade, os atentados
terroristas, a morte de civis inocentes, continuam a verificar-se.
Saddam está a ser interrogado, não se sabe onde, mas pensa-se
que estará fora do Iraque, talvez no Qatar, nas vastas instalações
da base aérea e naval norte-americana, local do comando de tropas.
feito pouco ruido, pelo que, o Governo de Durão Barroso, vai passar
a governar com menos contestação. Neste caso, os estudantes não
aceitavam o aumento das propinas. Mas a verdade é que, até Tony
Blair, em Inglaterra, acabou por obrigar os estudantes a pagarem as
propinas, preferindo aumentar as despesas com o ensino primário.
No ensino superior, trata-se de um investimento, que beneficia o país
mas tambem o futuro do estudante; se este nada pagar, pode levar
a que ocupe o lugar na Academia, sem obter bons resultados anuais.
Pura verdade... Na Universidade de Berlim, uma estudante faz uma
declaração da sua nudez, antes de seguir para uma manifestação
intitulada:"Vendemos as Roupas para [pagar] a Educação". Depois,
cerca de 30 estudantes manifestaram-se nus pelas ruas de Berlim,
em protesto contra o anunciado plano de Schroeder de cortar ainda
mais no orçamento da Educação. A ordem, agora, é para poupar.
Meu Deus! Como aguenta esta menina o frio de Berlim? 4 graus!....
Nesta altura do ano, as famílias gastam mais porque, com o subsídio
de Natal e os apelos ao consumo, são levadas a gastar o que têm,
fazendo compras para as prendas dos familiares e amigos, acabando
por recorrer aos cartões de crédito nalguns casos. Nesta quadra de
festejos natalícios, as pessoas são motivadas a gastar mais, pois é
quando se faz apelo à generosidade, à gratidão e aos laços afectivos
entre as pessoas. Com isso, beneficiam todos: os que dão e recebem,
os comerciantes que vendem mais e o Estado, que cobra mais impostos.
Natal na China... Se Mao Tse Tong viesse à terra, ficava indignado
com a evolução do seu país. A China cada vez mais segue a moda
e os costumes ocidentais. Um enorme insuflável Pai Natal, colocado
no topo de um moderno centro comercial em Shangai, parece olhar
para as pessoas, convidando-as a fazerem compras no "shopping".
A captura de Saddam Hussein, constituiu um "jack-pot" para os meios
de comunicação social em todo o mundo. As televisões tiveram picos
de "share" que há muito não registavam; os jornais, subiram as vendas
e aumentaram as edições; as rádios, pareciam relatar um jogo de bola.
A surpresa, o entusiasmo e a curiosidade depressa se evaporaram na
na memória das pessoas. Mas os políticos -- os das armas de destruição
maciça e os anti-guerra -- continuam a conjecturar sobre o futuro de
Saddam. É natural, ele teve tantos amigos, tantos admiradores, que é
muito possivel que, durante o processo de acusação, alguns deles sejam
apontados como coniventes nas guerras e massacres levados a cabo
por Saddam. Poderemos assistir a troca de acusações entre os que
ajudaram a armar Saddam e aqueles que agora querem julgá-lo na sua
terra, mas que sempre estiveram ausentes na hora de lhe fazer frente.
Saddam Hussein está preso, mas a instabilidade, os atentados
terroristas, a morte de civis inocentes, continuam a verificar-se.
Saddam está a ser interrogado, não se sabe onde, mas pensa-se
que estará fora do Iraque, talvez no Qatar, nas vastas instalações
da base aérea e naval norte-americana, local do comando de tropas.
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