2003/12/12
Neste fim de semana cinzento, muita coisa de bom poderá acontecer.
Mas, por outro lado, se a vontade dos políticos não ajudar, tudo pode
continuar na mesma. Ou seja, não se avança, vamos adiando o futuro
por falta de decisão, porque ninguem quer correr riscos, ou então por
falta de consenso nas propostas em discussão. Tudo pode tornar-se
mais forte e mais dinâmico, ou então entraremos na rotina das coisas
fáceis, na esperança de que, mais tarde, surja um novo ânimo para
colocarmos as questões não resolvidas. Há assuntos sobre os quais,
só o tempo poderá clarificar, tornar urgentes e mostrar a sua utilidade.
Quando assim acontece, muitas oportunidades se perdem, mas a vida
das pessoas e das nações, para avançar, precisa de estar motivada.
A passo de tartaruga... Neste caso, a lentidão ocorre dentro de água.
Um mergulhador, vestido de Pai Natal, alimenta uma tartaruga de mar
no Aquário de Pequim. A China está a aderir aos costumes ocidentais.
Refiro-me aos trabalhos da Cimeira dos chefes de Estado e primeiro-
ministros membros da UE, que está a decorrer em Bruxelas, onde os
dez países que vão aderir em Maio de 2004, participam de pleno direito.
Os seis países fundadores, continuam a querer liderar a integração da
UE, mas os que chegaram depois --como Portugal, Espanha e Grécia--
e agora os 10 novos aderentes, julgam-se com os mesmos direitos de
decisão o que, democráticamente é aceitavel, mas que, se não houver
bom senso da parte de todos, pode levar a um adiamento de medidas
que poderiam dar à UE um papel de grande potência na cena política
internacional. Esta questão, ainda levamta muitas sensibilidades.
George Bush na conferência de imprensa em que excluiu a Alemanha,
a França, a China, a Rússia e o Canadá dos trabalhos de reconstrução
do Iraque. Mais tarde, viria a alterar a posição em relação ao Canadá.
Outra reunião importante, para todo o mundo, é a Cimeira de Brasília,
a decorrer neste momento, com a presença da UE, dos países do G-20
e do director-geral da Organização Mundial do Comércio. É uma reunião
onde estão países como a África do Sul, a India, a China, e, naturalmente
o Brasil. Tem em vista ultrapassar o fracasso da Cimeira de Cacun, onde
não se chegou a concluir nenhuma proposta de relevo, numa altura em
que os EUA tinham em curso algumas medidas lesivas e contrárias às
directivas da OMC, designadamente as tarifas sobre a importação de
produtos siderúrgicos, a fim de proteger a indústria do aço americana.
Imagem de marca do Brasil: aqui podemos admirar a beleza da Baía de
Guanabara, Enseada do Botafogo, Pão de Açucar e do Cristo Redentor.
Por outro lado, decorrem conversações sobre o Médio-Oriente, tendo
em vista pressionar Israel para não continuar a construção do "Muro do
Apartheid", que deixa os palestinianos num gueto e lhes rouba terras,
pois o muro avança para lá das fronteiras anteriormente estabelecidas.
Tambem está em agenda, o Acordo de Genebra, que continua a liderar
os trabalhos entre civis israelitas e palestinianos, com vista a pressionar
os respectivos dirigentes. Sem uma solução de cumpromisso entre Israel
e a Palestina, jamais haverá paz naquela região. A questão palestiniana,
é a raiz de todo o ódio e violência que grassa por este mundo fora.
Ariel Sharon tem as costas quentes, já que o "lobby" judeu controla
grande parte dos centros de decisão nos EUA. Do direto internacional,
faz tábua rasa. O seu Exército, serve para matar civis, mulheres e
crianças, e destruir habitações nas aldeias e cidades palestinianas.
Mas, por outro lado, se a vontade dos políticos não ajudar, tudo pode
continuar na mesma. Ou seja, não se avança, vamos adiando o futuro
por falta de decisão, porque ninguem quer correr riscos, ou então por
falta de consenso nas propostas em discussão. Tudo pode tornar-se
mais forte e mais dinâmico, ou então entraremos na rotina das coisas
fáceis, na esperança de que, mais tarde, surja um novo ânimo para
colocarmos as questões não resolvidas. Há assuntos sobre os quais,
só o tempo poderá clarificar, tornar urgentes e mostrar a sua utilidade.
Quando assim acontece, muitas oportunidades se perdem, mas a vida
das pessoas e das nações, para avançar, precisa de estar motivada.
A passo de tartaruga... Neste caso, a lentidão ocorre dentro de água.
Um mergulhador, vestido de Pai Natal, alimenta uma tartaruga de mar
no Aquário de Pequim. A China está a aderir aos costumes ocidentais.
Refiro-me aos trabalhos da Cimeira dos chefes de Estado e primeiro-
ministros membros da UE, que está a decorrer em Bruxelas, onde os
dez países que vão aderir em Maio de 2004, participam de pleno direito.
Os seis países fundadores, continuam a querer liderar a integração da
UE, mas os que chegaram depois --como Portugal, Espanha e Grécia--
e agora os 10 novos aderentes, julgam-se com os mesmos direitos de
decisão o que, democráticamente é aceitavel, mas que, se não houver
bom senso da parte de todos, pode levar a um adiamento de medidas
que poderiam dar à UE um papel de grande potência na cena política
internacional. Esta questão, ainda levamta muitas sensibilidades.
George Bush na conferência de imprensa em que excluiu a Alemanha,
a França, a China, a Rússia e o Canadá dos trabalhos de reconstrução
do Iraque. Mais tarde, viria a alterar a posição em relação ao Canadá.
Outra reunião importante, para todo o mundo, é a Cimeira de Brasília,
a decorrer neste momento, com a presença da UE, dos países do G-20
e do director-geral da Organização Mundial do Comércio. É uma reunião
onde estão países como a África do Sul, a India, a China, e, naturalmente
o Brasil. Tem em vista ultrapassar o fracasso da Cimeira de Cacun, onde
não se chegou a concluir nenhuma proposta de relevo, numa altura em
que os EUA tinham em curso algumas medidas lesivas e contrárias às
directivas da OMC, designadamente as tarifas sobre a importação de
produtos siderúrgicos, a fim de proteger a indústria do aço americana.
Imagem de marca do Brasil: aqui podemos admirar a beleza da Baía de
Guanabara, Enseada do Botafogo, Pão de Açucar e do Cristo Redentor.
Por outro lado, decorrem conversações sobre o Médio-Oriente, tendo
em vista pressionar Israel para não continuar a construção do "Muro do
Apartheid", que deixa os palestinianos num gueto e lhes rouba terras,
pois o muro avança para lá das fronteiras anteriormente estabelecidas.
Tambem está em agenda, o Acordo de Genebra, que continua a liderar
os trabalhos entre civis israelitas e palestinianos, com vista a pressionar
os respectivos dirigentes. Sem uma solução de cumpromisso entre Israel
e a Palestina, jamais haverá paz naquela região. A questão palestiniana,
é a raiz de todo o ódio e violência que grassa por este mundo fora.
Ariel Sharon tem as costas quentes, já que o "lobby" judeu controla
grande parte dos centros de decisão nos EUA. Do direto internacional,
faz tábua rasa. O seu Exército, serve para matar civis, mulheres e
crianças, e destruir habitações nas aldeias e cidades palestinianas.
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