2003/11/05

 
Ontem valorizei o jornal "Público", mas hoje tenho que confessar
a minha contrariedade perante a escolha feita pela sua redacção
para a primeira página: a estreia mundial de Matrix III... A última
página, foi reservada ao filme Austin Powers-O Espião Irresistível
da série Y. Tamanho disparate, só acontece onde falta planificação.

Depois, no seu editorial, José Manuel Fernandes, vem dizer-nos que,
Tarek Aziz confessou aos americanos que "os franceses e russos,
asseguraram de forma repetida a Saddam Hussein, que os seus
países bloqueariam uma guerra dirigida pelos EUA através de adia-
mentos e vetos nas Nações Unidas". Ora, -- prossegue -- uma vez
que "os deputados ingleses e os senadores americanos abriram
inquéritos para saber até que ponto Blair e Bush exageraram nas
alegações sobre as armas de destruição maciça, seria natural que
o Parlamento francês tambem investigasse as alegações de Aziz".


(Lembro à redacção do "Público" a utilidade no uso de imagens de
Portugal, nas suas páginas, em vez de "Matrix" e outros temas da
indústria do cinema americano, que apenas faz a apologia da violência
)


José Manuel Fernandes faz-me lembrar os "putos reguilas" a jogar
ao berlinde: quando perdem, nunca admitem a derrota, encontram
sempre uma escapatória para não sofrerem o vexame. E, ainda vai
mais longe, na defesa dos "ocupantes do Iraque": lembra ele que,
a França nem sequer tenciona perdoar a dívida americana. Claro!.

Com a discussão do OE no Parlamento, Durão Barroso tentou riscar
as políticas de John Maynard Keynes que, como é sabido, para haver
pleno emprego é preciso que o Estado invista e o consumo aumente.
A verdade é que ele, primeiro-ministro, não pode fazer uso daqueles
princípios, por causa do défice dos 3 por cento; quem governa agora
é o Parlamento Europeu, por causa do euro, pois o PEC a isso obriga.

O advogado de "Bibi", José Maria Martins, tem andado a brincar com a
justiça, mas agora vai pagar e ser castigado por isso, porque com a
Justiça não se brinca. Vai pagar 640 euros de custas e tem a Ordem dos
Advogados à perna, para averiguar se agiu como litigiante de má-fé.









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